A insólita descoberta foi feita por programadores da Universidade de Yokohama com base na análise de seis meses de gravações às chamadas para os serviços de emergências da localidade.
O algoritmo baseia-se numa correlação de vários factores, como o estado da respiração ou o nível de consciência de quem faz a chamada, com o resultado da prestação de serviço, ou seja, com o estado de saúde da pessoa que ligou, que eventualmente poderá ter morrido, aquando da chegada dos meios de emergência.
Segundo os investigadores, o objectivo do algoritmo é identificar as chamadas de emergência de quem está mais necessitado, no momento da triagem.
Num documento sobre o algoritmo, citado pelo portal The Register, os autores da descoberta defendem que é complicado identificar quem está ou não em real perigo de vida, mas alegam que os resultados obtidos mostram um nível de eficácia mediano.
Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=151508
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